Armas são destruídas e juízes cadastram 70% dos presos em Goiás

Quase 40 dias depois da rebelião no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, que resultou em 9 mortos e 14 feridos, a presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, voltou a Goiás para tratar de segurança pública no Estado. Nesta sexta-feira (9/2), a ministra ouviu do governador Marconi Perillo e de autoridades do Poder Judiciário informações e relatórios sobre as ações implementadas recentemente para minimizar os problemas relacionados ao Sistema Carcerário de Goiás.